Teor de K no solo e adubação potássica

Município: 
Campestre
Estado: 
MG
Professor Matiello, eu li um trabalho que dizia que se o teor de K for maior que cinco por cento da CTC ou superior a Três PPM pode-se retira-lo da adubação por um período. Enviado por Anônimo, sex, 02/02/2018 - 11:29 Adubação/correção Município: Campestre Estado: MG Gostaria de saber se a informação procede e se isso pode ser feito mesmo em lavouras esqueletadas em ano de safra 100. Desde já agradeço!

 

Resposta:

Senhor Adelber, diz que leu um trabalho que dizia que se o teor de K for maior que cinco por cento da CTC ou superior a Três PPM pode-se retira-lo da adubação por um período.

Gostaria de saber se a informação procede e se isso pode ser feito mesmo em lavouras esqueletadas em ano de safra 100. Nós atendemos dizendo que a suficiência de K, ou teòres altos,  no solo, podem levar ao cancelamento da adubação potássica, pois, ao contrário, se não estiver em bom equilíbrio com cálcio e magnésio, continuar aplicando K pode, até, piorar esse desequilíbrio. Dependendo daCTC  do solo, quando média ou alta(7 a 10), o percentual elevado de saturação de K, acima de 5% ,representa 0,35 a 0, 50 Cmol c de  conteúdo de K no solo, suficiente para uma alta carga. No caso de uma safra de 90 =100 scs por ha, precisaria de cerca de 550-600 kg de K2O no solo/ha. Um solo com os teòres acima, isto a 0-20cm, resultaria em cerca de 400 kg de K2O por há. Se considerado que este teor deve estar, no mínimo, pela metade, até 1m, pois o potássio se armazena em profundidade, pode representar um conteúdo total de cerca de 1200 Kg de K2) por há, ou seja, muito além da necessidade. Matiello

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