Gostaria de saber como funciona o método de adubação modular do cafeeiro e qual o método é mais utilizado na prática e gostaria de saber também se todos os métodos são válidos atualmente

Município: 
Ituiutaba
Estado: 
MG
Nas 15 ha que possuo utilizo as tabelas contidas na 5º aproximação, gostaria de saber se este ainda pode ser ainda utilizado atualmente.. Desde já obrigado e Parabéns pelo espaço dado as dúvidas

 

Resposta:

Senhor Wagner,

Na sua exposição você diz que possui  15 ha de lavouras de café e  utiliza as tabelas contidas na 5º aproximação no cálculo da adubação. Diz que  gostaria de saber se este ainda pode ser utilizado atualmente e pede pra falar sobre a adubação modular.

A adubação modular, como as demais, leva em conta a extração de nutrientes pelo cafeeiro, para vegetar  e produzir. Ela também representa uma  tabela, só que em quantidade de nutrientes já calculada para cada 10 sacas por ha produzidas.

A nossa indicação(Manual de recomendações da Cultura do café no Brasil) é, igualmente, baseada na exportação de nutrientes para a vegetação e produção. Ela utiliza o fator de cerca de 6,2 kg de N, 0,6 kg de P e 5,9 kg de K por cada saca de produção esperada. Depois acrescenta uma pequena percentagem, a mais, pela perda.   Com isso chegamos a uma tabela básica que anexamos, onde para um padrão de lavoura, aqui caracterizado pelo seu nível normal de produtividade, indicamos os níveis de nutrientes necessários.  No final basta considerar um ajuste pela região, se muito fria ou muito quente e pelo espaçamento, e, ainda considerar e descontar pelo que o solo possui.

 

Níveis básicos de NPK indicados para cafezais adultos, de acordo com seus níveis de produtividade.

Produtividade básica

(scs/ha)

Nutrientes indicados kg/ha (*)

N

P205

K20

20 sacas

30 sacas

40 sacas

50 sacas

60 sacas

120-160

180-240

250-310

310-390

380-470

15-20

18-40

25-50

30-60

40-80

120-130

170-220

240-270

300-330

360-400

(*) Estes níveis básicos devem ser ajustados de acordo com a análise de solos para PK considerando, ainda, a textura do solo, onde os arenosos exigem mais NK e, também, as condições climáticas, em áreas quentes devendo-se acrescer 15-20% de N e em áreas frias 10-15% menos de N. Caso seja possível, ajustar os 2 últimos parcelamentos de N conforme a análise foliar.

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